20/02/2008

Inovação e competência - lição de mestre!

Confira abaixo os 9 pontos em que se baseia a cultura inovadora do Google, que podem ser adotados em qualquer empresa (ou blog!). Eles foram expostos por Jim Lecinski, Diretor do Google, na Digital Signage Expo 2007.
1 - Inovação, não perfeição instantânea: Lançar idéias rápida e frequentemente é mais importante do que ficar tentando atingir o produto/serviço perfeito para depois lançá-lo. O feedback dos consumidores irá aprimorar melhor a idéia e a resposta deles irá indicar os projetos mais promissores.
2 - Compartilhe tudo que você puder: Pequenos times que se comunicam abertamente tem trazido grandes resultados para o Google. Eles acreditam em transparência no ambiente de trabalho e de forma que todos saibam em que todos estão trabalhando. Eles tem um programa de computador onde podem procurar um nome e ver em que projeto esta pessoa está trabalhando e acompanhar o andamento do trabalho. Se eles tiverem alguma idéia podem contribuir.
3 - Se você é brilhante nós estamos contratando: Há sempre vagas para os mais brilhantes no Google. eles preferem os generalistas, que podem contribuir de diferentes formas em diferentes projetos do que os especialistas.
4 - Deixe seus funcionários perseguirem seus sonhos: O Google trabalho no modelo 70/20/10. O desenvolvimento dos programas atuais e de novas funcionalidades ocupa 70% do tempo. Novos projetos da empresa ocupam 20% do tempo e os outros 10% são usados pelos colaboradores em seus projetos pessoais. Assim surgiu o Orkut e o Google Earth.
5 - Idéias vem de toda parte: Algumas vezes o Google vai buscar suas idéias fora de casa. O Google Mastheads surgiu da contribuição de não-empregados, um deles uma garota de 13 anos.
6 - Dados e não opiniões: Tome suas decisões com base em fatos e não em opiniões. Com tantas idéias no ar, procure basear suas decisões em informações e não em suposições.
7 - Criatividade adora restrições: “Deixe as pessoas explorarem, mas estabeleça limites claros para estas explorações”. Caldeirões de idéias tendem a explodir se ninguém controla a temperatura.
8 - Procure usuários e ofereça usabilidade - o dinheiro vai atrás: Em outras palavras, faça o que os clientes querem e precisam, e não o que eventualmente venda mais e melhor. Assim você manterá a liderança inovadora.
9 - Não mate idéias, modifique-as: O Google não joga idéias fora. As modifica e transforma em algo útil para a empresa.
As idéias são simples, e valorizam o que achamos mais importante: feedback, compartilhamento, valorização do profissional e do cliente, trabalho sério e objetividade!
Fontes: Web Luv, via blog da AG 407 e blog Lá fora.

19/02/2008

Minas Gerais na Austrália.

A FUMSOFT, Sociedade Mineira de Software, participará em fevereiro da Missão Empresarial Minas Gerais – Austrália. A instituição será representada por seu presidente, Welington Teixeira Santos, que é um dos nossos diretores aqui na Quantum.
Ele buscará oportunidades de parcerias e convênios que envolvam os programas da FUMSOFT e promoverá negócios das empresas associadas à instituição. A missão começou no dia 15 de fevereiro, e irá até o dia 23, com participação confirmada do vice-governador do estado, Antônio Augusto Anastasia. A programação terá seminários e rodadas de negócios em Sidney, Melbourne e Brisbane.

A viagem é promovida pelo Escritório Comercial do Consulado da Austrália em Belo Horizonte (Austrade), a Câmara Oficial de Comércio Brasil-Austrália e a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg). A iniciativa conta com o apoio da FUMSOFT, já que o setor de TI é um dos que tem maior potencial junto ao mercado australiano.

07/02/2008

Mais dinheiro em 2008? Mais talento? Ou mais sorte?


O carnaval acabou. O ano finalmente começou e agora, as apostas podem começar...
O que você pretende conquistar nesse novo ano? O que vai "pedir"? Mais dinheiro? Mais sucesso? Mais conhecimento? Mais sorte?
Na opinião de Clemente Nobrega, do Blog Idéias e Inovação, o segredo é investir em "trabalho", mas sem desconsiderar o fator sorte, que pode ser, dependendo da sua área de atuação, decisivo.
Esse é o caso dos investimentos. Portanto, para investir, é preciso de um pouco (ou muita) sorte, além de conhecimento. Muitos alcançam o sucesso com a ajuda de outros fatores, que não o talento ou o trabalho. Portanto, segundo o blogueiro e pesquisador, autor de Empresas de Sucesso, Pessoas Infelizes?, é bom desconfiar de pessoas que vendem livros contando como conseguiram ter sucesso. Pode ser que nem tudo esteja ali. A sorte, com certeza, não será citada...
Para aprofundar esse assunto, confira os dois últimos posts do Nobrega.
Para refletir sobre a tênue linha que separa sorte de estratégia, confira o ótimo filme do Woody Allen, Match Point (2005).
E por último, pra dar um empurrãozinho na sua sorte, confira as dicas de Alexandre Teixeira. Ele tem um excelente blog sobre finanças e, no seu último post, indicou um bom caminho de investimento para 2008!
Boa sorte!

28/01/2008

Quanto mais simples melhor! Parte V

Diferencie! Essa é a quinta lei da simplicidade.

De acordo com Maeda, a simplicidade e a complexidade precisam uma da outra. Ninguém quer comer apenas a sobremesa. Mesmo uma criança que ame doces não vai suportar passar a vida comendo só sorvete. Pelo mesmo raciocínio, ninguém quer ter apenas simplicidade. Sem o contraponto da complexidade, nós não podemos reconhecer o simples quando o vemos. Nossos olhos e sentidos só evoluem quando experimentam a diferença.
Os contrastes nos ajudam a identificar qualidades e desejos. Nós aprendemos a apreciar as coisas quando as comparamos com outras.

É por tudo isso que a simplicidade e a complexidade precisam uma da outra. Quanto mais complexo for um mercado, mais um produto simples vai se destacar. E como a tecnologia só vai crescer em complexidade, adotar uma estratégia de simplicidade que ajude o seu produto a se destacar pode ser muito vantajoso.

Essa relação se manifesta tanto no interior de um mesmo objeto ou experiência quanto no contraste com outras ofertas da mesma categoria. O melhor exemplo aqui é a simplicitade do iPod em comparação com seus competidores no mercado de MP3 players.

Portanto, de acordo com os ensinamentos de Maeda, podemos imaginar que a melhor dica para crescer diante da concorrência é fazer diferente! Se todos estiverem abusando da complexidade (como é comum), faça mais simples. Se isso vale para o design, vale também para a tecnologia (faça mais rápido, mais leve, mais ágil), e para o relacionamento com o cliente (seja menos burocrático, mais atencioso, mais rápido, mais útil).


Pode ser que, no futuro, quando todos estiverem fazendo tudo de forma simples, sua empresa vá se destacar por fazer complicado; mas, por enquanto, nesse mundo saturado de informações, burocracia, tecnologia excessiva e funcionalidades inúteis, uma empresa flexível, que pensa e age de forma simples e dedicada (e que ofereça produtos eficientes e práticos) vai certamente crescer.

24/01/2008

Quanto mais simples melhor! - Parte IV

A quarta regra da simplicidade é: aprenda!
De acordo com Maeda, o conhecimento torna tudo mais simples. Ele dá o exemplo de uma chave de fendas. Quer objeto mais simples e mais fácil de usar? No entanto, mesmo para ela é preciso saber algumas coisas, pra que serve, em que direção rodar para apertar ou soltar os parafusos, etc. Ou seja, mesmo que uma tarefa seja decepcionantemente simples, ela exige um certo nível de informações para ser executada. E isso vale para qualquer objeto, não importa o nível de complexidade. Se você souber manejá-lo, ele vai parecer simples pra você.
O problema, segundo o professor do MIT, é que o tempo que se gasta para aprender é às vezes sentido como "perda de tempo", uma violação da terceira lei da simplicidade. Todos nós evitamos usar os manuais de instrução, imaginando que será mais simples "ir tentando". No entanto, esse método do "achismo" muitas vezes toma mais tempo do que se simplesmente seguissemos as instruções do manual.
No caso de grandes corporações, processos complexos e decisões estratégicas, é a mesma coisa. Muitos executivos acreditam que o "ir fazendo" é a melhor opção, quando uma simples pesquisa de mercado ou algumas horas de estudo e planejamento evitariam muita dor de cabeça e confusão.
Da próxima vez que estiver diante de um problema, estude-o! Conheça o seu inimigo, não é essa a regra? Se você recolher informações suficientes, o problema ficará mais simples, e será resolvido com muito mais rapidez e segurança. O mundo seria muito melhor se as pessoas "achassem" menos e estudassem mais. E não estamos falando só de conhecimento acadêmico, não! No mundo corporativo, muitos saberes tornam-se necessários: saber falar, ouvir, negociar, portar-se em público, conhecer a concorrência, decidir rapidamente, dominar mais de um idioma, dominar bem o seu próprio idioma, interpretar negativas, gerenciar mudanças, dar e receber feedbacks, etc. Nem tudo isso se aprende na escola, mas tudo isso pode ser aprendido e desenvolvido.
Portanto, não tenha medo do conhecimento. Ele é o seu maior aliado!
E (falta de) dinheiro não é mais desculpa... Veja no link ao lado 45 coisas que você pode aprender on line e de graça! Alguns itens são úteis, outros são apenas divertidos, mas vale a pena tentar. A dica é do Favoritos, onde você encontra links para os sites mais interessantes da internet!

22/01/2008

Quanto mais simples melhor! - Parte III

De acordo com Maeda, uma pessoa comum gasta pelo menos uma hora por dia esperando em filas. Acrescente-se a isso os incontáveis segundos, minutos e semanas que gastamos esperando por coisas que não precisam de filas mas são igualmente angustiantes e se terá uma idéia da importância da economia de tempo para a conquista da simplicidade.
A terceira lei da simplicidade é a economia de tempo. Para Maeda, ganhos de tempo são sentidos como simplicidade, por isso é preciso investir nisso quando se quer conquistar um cliente.
Algumas "esperas" são sutis e nem sempre irritam, como esperar a água sair da torneira ou a mudança das estações. No entanto, algumas esperas podem ser tensas, aborrecidas ou desesperadoras, como o download de uma página, a liberação do tráfego em um engarrafamento ou o resultado de um exame difícil.
Ninguém gosta de sofrer a frustração da espera. Todos nós, consumidores ou empresas, tentamos encontrar a melhor forma de ganhar tempo nas mais diversas atividades. Sendo assim, quando uma interação com produtos ou serviços acontece rapidamente, nós interpretamos essa eficiência como simplicidade. E ficamos muito satisfeitos.
Empresas rápidas no atendimento e na liberação de produtos são mais lembradas pelos consumidores porque "simplificam nossa vida". É o caso do SEDEX, do McDonald´s, dos serviços de entrega em casa.
Quando somos forçados a esperar, a vida parece desnecessariamente complexa. Quando ganhamos tempo, sentimos que a vida é simples. E ficamos eternamente agradecidos àqueles que fazem isso acontecer.
Fazer um cliente esperar pode ser mais prejudicial à imagem da sua empresa do que você pensa. E esperar além do previsto, então, é pior ainda. É preferível dizer que vai entregar o produto em cinco dias e levar quatro do que dizer que vai fazer em dois dias e levar uma semana!
Organização e planejamento, nesse caso, são essenciais. Mas, com objetividade, paciência e uma boa ferramenta de gestão de projetos, você consegue suprir as demandas dos seus clientes com maestria.
Portanto, faça cronogramas realistas, seja fiel a ele e torne a vida do seu cliente mais simples! Ele nunca mais vai esquecer isso!
...
Como "presente", confira os artigos abaixo (todos do site Você com mais Tempo), para ganhar tempo e viver mais simples!

18/01/2008

Quanto mais simples melhor! Parte II

A segunda lei da simplicidade é a organização.
Evidentemente, quando as coisas estão muito bagunçadas, seja em casa, na vida pessoal ou nos negócios, tudo parece maior e mais difícil de resolver. Até porque as coisas mais simples tornam-se trabalhos de Hércules, como encontrar as chaves de casa, marcar uma hora no dentista ou conseguir em duas horas dados suficientemente confiáveis para convencer os acionistas a ficar com você.
De acordo com Maeda, a organização faz um sistema grande parecer menor. Para ele, um procedimento de des-complicação rápida (usando a lei da redução) pode até ajudar no curto prazo. De posse das perguntas – o que guardar, e onde -, e com algumas "mãos" pra ajudar, em pouco tempo se arruma muita coisa. O problema é que essa arrumação não dura muito se não houver um “sistema” previamente definido de organização.
Temos falado muito aqui nesse blog sobre planejamento e organização. Isso é natural em uma empresa que vem tentando se adequar a programas de qualidade e a bibliotecas de boas práticas como o MPS.BR, o ITIL e outros. Mas é mais natural ainda em uma empresa que está crescendo e não só não quer perder a qualidade como também quer aumentá-la.
É claro que planejar é demorado, custoso e difícil, mas ganha-se muito tempo e dinheiro depois que as coisas já estão em seus devidos lugares. Isso é um fato. Poder-se-ia pensar que a forma mais “simples” de organizar seria deixar bagunçado, mas isso não é verdade. Com o tempo, a bagunça pode ficar simplesmente insustentável. No caso das empresas, “quebrável” seria uma melhor palavra.
A simplicidade deve ser conquistada com algum esforço, e quanto maior for esse esforço no “princípio”, quando as coisas ainda estão no papel (esse é o caso dos projetos e planos estratégicos), tanto menor ele será depois, quando será preciso apenas manter arrumado o que já está.
Maeda nos dá uma regra que pode ser muito útil quando o assunto é organizar: antes de começar a arrumar, descarte (use a regra número 01!). Depois, arrume tudo de acordo com um sistema suficientemente simples. Ou seja, divida tudo em grupos. Quanto menor o número de grupos, melhor!
O caso da divisão hierárquica nas empresas é bem sintomático. Se você começa a dividir demais, organizar demais, a fazer grupos de grupos de grupos, você acaba caindo na situação descrita na tirinha abaixo...

Afinal, a idéia da organização é fazer as coisas parecerem menores (e melhores), não maiores... Pense nisso, divida sua bagunça em grupos de que você possa lembrar (seis talvez seja o número máximo, se não houver muitos sub-itens) e deixe o resto com sistemas de informação como o ERP e o Business Intelligence, cujo trabalho é justamente “guardar”, no caso do primeiro, e “encontrar” o que foi guardado, no caso do segundo.

Parece simples, não?! Mas o sistema de organização do seu negócio precisa ser definido antes da aquisição dos sistemas, para que o que foi organizado possa ser "mantido" por eles. Afinal, como lembra Luiza Dalmazo (do blog de Governança da ComputerWorld), "prática não é produto"!

16/01/2008

Quanto mais simples melhor! - Parte I

A primeira lei da simplicidade explorada por Maeda é a da Redução. Para ele, “o caminho mais simples para chegar à simplicidade é a redução inteligente”. Ele dá o exemplo do DVD. Se você só usa 5 botões, para que todos os outros? O problema é: e se eu precisar (ou quiser) fazer alguma outra coisa além de pausar, ir pra frente, pra trás e ver o filme? O limite entre o que é realmente necessário e o que é supérfluo é muito tênue, e, evidentemente, depende muito do usuário.

Maeda diz que não é fácil atingir esse ponto “ideal” entre complexidade e simplicidade, esse processo é complexo, mas é importante que ele exista, para que o produto que está sendo desenhado, o projeto que está sendo construído ou a idéia que está sendo posta em prática possam ser, no final, de fato simples. O processo para atingir a simplicidade pode até ser muito complexo, mas pode ser “resumido” nessa idéia – reduzir. Se estiver em dúvida, diz Maeda, descarte. Mas tenha cuidado com o que descartar.

Acreditamos que a primeira regra para saber “o que reduzir”, ou “o que tirar”, seja em um produto ou em um projeto, é pensar com “foco”. Por exemplo, se o foco é a usabilidade do usuário, a interface deve ser simplificada ao máximo, de acordo com as expectativas (de utilização) desse usuário. Ora, só sabemos quais são essas expectativas quando conhecemos muito o usuário. Ou seja, investindo em pesquisa e mais pesquisa. Se os seus usuários são muitos, é preciso encontrar um padrão que sirva para a maioria. Ou optar por trabalhar com pequenos nichos. Se o foco é economizar, as reduções precisarão ser no tipo de material, ou no número de funcionários envolvidos no processo. Se o foco é ter mais tempo para a família, as reduções devem ser no campo do trabalho. E por aí vai.

Resumindo, só é complexo simplificar se você não tem um objetivo definido. Se tem, é só agir de acordo com ele.

E se, como costuma acontecer na maioria dos negócios, o objetivo não for um só, mas “muitos” (é preciso economizar e atender às expectativas dos clientes, é preciso investir em qualidade e em segurança, ter mais tempo e mais trabalho, etc. - é preciso, enfim, lidar com mil e uma variáveis)?

Ora, nesses casos, a regra de Maeda continua valendo: diminua então as variáveis. Qual delas é a mais importante? Quando se fala em foco, é importante que ele seja simples, para que os passos seguintes sejam mais fáceis.

Só que, a partir daí, é preciso coerência. Se o objetivo for atender muito bem o cliente, o que fazer quando o número de clientes cresce? A resposta é simples, aumentar proporcionalmente o corpo de atendimento, mas sem perder a qualidade. Se houver precipitação ou ganância nessa hora, corre-se o risco de reduzir errado, não investindo em novas contratações e perdendo qualidade de atendimento no final. E porque isso acontece tanto? Por que as empresas crescem e ficam piores? Porque ficam mais complexas? Não, porque perdem o foco anterior (se é que ele existia).

Portanto, se o seu foco é realmente o cliente, invista nele! Invista em funcionários qualificados para o atenderem bem, invista em materiais de qualidade para o seu produto, invista em pesquisa, em novidades para surpreendê-lo, invista em relacionamento, em comunicação, em confiança (se você não estiver fazendo tudo isso, reflita: seu foco é mesmo o cliente?).

Com tudo isso, pode até ser que os resultados cheguem mais lentamente, mas certamente chegarão com mais solidez. E ficarão por muito mais tempo!

Lembre-se, a regra não é só reduzir! É reduzir com inteligência. E isso pode ser traduzido em: reduza pensando no seu objetivo!

15/01/2008

Quanto mais simples melhor!

Para recomeçar bem, resolvemos escolher um assunto que pudesse inspirar reflexões ao longo de todo o ano – a simplicidade.

Não é um tema novo, mas tem sido muito discutido e trabalhado no mundo contemporâneo, que anda, como todos sabemos, cada vez mais complicado e difícil de entender. A busca pela simplicidade tem virado uma espécie de obsessão moderna. A Philips, por exemplo, transformou-a em lema para seus produtos e para a organização como um todo. Aqui no Brasil, temos até uma publicação recente – Vida Simples – que vem encorajando as pessoas a tentar modificar hábitos e costumes em prol de uma existência mais tranqüila e fácil de levar.

Aqui na Quantum, essa preocupação ficou mais forte quando incluímos o SADIG na nossa cesta de soluções. Isso porque esse sistema de Business Intelligence foi todo construído em cima desse objetivo - tornar mais fácil e simples a vida das pessoas que lidavam com dados complexos o tempo todo, os executivos responsáveis pelas decisões estratégicas das empresas. Com o Sadig, os dados podem continuar complexos, mas as informações que chegam aos decisores são simples de ver, de interpretar e de entender. A simplicidade do sistema acabou contagiando as outras soluções da Quantum, e até a nossa forma de trabalhar.

Em outras palavras, buscar a simplicidade passou a ser um desafio diário, constante, permanente. Tanto nos processos internos quanto nas soluções que apresentamos aos clientes. Até o lema da empresa – Quantum: sua vida cada vez mais soft! – foi inspirado nesse ideal.

Portanto, pra começar bem o ano, decidimos refletir aqui no blog sobre as 10 leis da simplicidade propostas no livro de John Maeda, Professor do MIT e responsável pelo MIT Simplicity Consortium (Consórcio da Simplicidade), um programa de pesquisa experimental do MIT Media Lab que busca desenvolver tecnologias voltadas para designs mais simples de entender, de usar e de aproveitar.
O livro em si é simples, fácil de ler, mas as questões que ele coloca são muito interessantes e envolventes, levando-nos a pensar sobre o nosso cotidiano e sobre a maneira como fazemos nossos produtos e negócios e como conduzimos nossas relações. Por tudo isso, vamos discuti-lo aqui.

Você pode conhecer as 10 leis aqui (blog do autor - em inglês), comprar o livro aqui, ler uma entrevista dada pelo autor aqui e ler o excelente artigo do Frederick van Amstel (do Usabilidoido) sobre o livro aqui.
Aguarde os artigos sobre esse tema aqui no blog e compartilhe o que você pensa sobre o assunto!

14/01/2008

De volta!

Nunca dês um nome a um rio:
Sempre é outro rio a passar.
Nada jamais continua,
Tudo vai recomeçar!
Mário Quintana
Após um breve intervalo, estamos voltando à ativa. Prepare-se, porque estamos preparando um cardápio de novidades muito interessante para 2008, tanto para a Quantum como um todo quanto para esse nosso novo espaço de integração e conhecimento!
Em breve daremos mais notícias, mas por enquanto podemos adiantar que todos vão sair ganhando! Teremos mais conteúdo de qualidade, mais promoções, mais espaço para os clientes e muitas, muitas dicas de sites, leituras, soluções e ferramentas para tornar sua vida mais fácil, divertida e organizada.
Bem-vindo de volta!

26/12/2007

Nunca mais esqueça nada!

Confiram a dica da Luiza Voll, do blog Favoritos, para que as suas resoluções de ano novo virem planos, projetos, tarefas e, depois disso tudo, realidade!
A dica é o site Remember the Milk, um gerenciador de tarefas on-line que você pode acessar de qualquer lugar e que conta com vários recursos interessantes, como envio de lembretes por celular e o uso de nuvens de tags para ver quais tarefas estão mais "urgentes" no momento.

21/12/2007

Como defender um Projeto!

Final de ano chegando, todo mundo fazendo mil e um projetos, planejando e esperando por dias melhores, por um mundo todo novo...

Só que, às vezes, planejar só não adianta, é preciso defender o projeto novo, a idéia inovadora, a forma diferente de transformar o cotidiano. Porque afinal, convenhamos, se você não conseguir conquistar adeptos, é pouco provável que seu plano saia do papel!

Isso vale até para planos menos “mirabolantes”, como conseguir enxugar o orçamento ou arrumar tempo para a academia. No primeiro caso, é preciso vender a idéia para a família, para que eles também participem do “aperto” de melhor humor, focados nos ganhos futuros. No segundo, é preciso contar com a participação dos familiares, amigos e colegas de trabalho... Afinal, ninguém consegue ir correr na praça com um monte de trabalho por fazer ou com todo mundo chamando pra um chopinho.

Em resumo, se você não tiver “parceiros” que te ajudem a cumprir o plano (ou que pelo menos não atrapalhem), ele vai acabar furando. Isso vale para a vida pessoal e seus planos de vida, de carreira, de crescimento pessoal. Porquê? Porque não vivemos sozinhos.

Mas essa regra da parceria também vale, e mais ainda, para os planos e projetos do seu negócio. Todos sabemos que idéias inovadoras e planos de transformação precisam ser “comprados” por todos os envolvidos. E não estamos falando só de “diretores” não, mas principalmente dos colaboradores como um todo!

Foi pensando nisso que preparamos esse artigo. Pra ajudá-lo a “vender” o seu projeto. Pra ajudar você a convencer as pessoas de que ele é bom e merece investimento, tempo, atenção.

Ele foi inspirado nas regras do artigo de David Sleight para a A List Apart, traduzido por José Pirauá. O artigo tratava de projetos de design, mas nós adaptamos algumas regrinhas para os nossos propósitos.

Veja abaixo um conjunto de 6 idéias pra te ajudar a vender o seu projeto! E boa sorte!
01 - Venda primeiro para si mesmo!
O primeiro a ser convencido é você. Se você não acredita em algo ou desconfia que alguma “parte” do plano pode dar errado, mude o projeto. Deixe-o confiável e executável para a pessoa mais importante – você.

02 - Aprenda a defender seu projeto sob qualquer circunstância.
Explicar com clareza o porquê do seu projeto quando se está cara a cara com o patrão ou com um cliente que não tem tempo a perder é bem difícil. Defender suas idéias para um público que não acredita muito nelas é ainda mais. Mas é preciso conviver com isso. Nem sempre você terá ouvintes ideais. Aliás, quase nunca. Acostume-se com isso.

03 - Simplifique.
Remova tudo o que for desnecessário, até restar apenas valores reais. Uma boa apresentação de idéias é aquela que pode ser resumida em uma frase. Você consegue fazer isso?

04 - Pratique antes.
Sleight sugere que se pratique com um amigo (ou vários) antes de apresentar o projeto para os "investidores". Mostre a sua idéia e pergunte: “o que você acha?”, isso é suficiente para começar. De acordo com ele, é melhor escutar críticas “antes” do que durante a apresentação oficial – quando os principais interessados podem abandonar o seu projeto para sempre.

Dica de Sleight: “Explique suas decisões. E nunca use: “simplesmente funciona”. Chegar ao fundo dos porquês é a chave. Se você se esforçar honestamente para responder as perguntas e terminar sem palavras para respondê-las, é provável que você precise voltar ao rascunho.

05 - Seja rápido!
De acordo com Sleight, 30 segundos são mais do que suficientes para defender qualquer coisa. Use a experiência e as respostas que você deu ao seu amigo para responder mais rápido e mais convincentemente agora. Respostas rápidas, decididas e objetivas convencem mais do que mil evasivas e teorias complexas. Todos somos pessoas ocupadas, se você for rápido no gatilho, vai acertar mais alvos.

Dica de Sleight: “Usando os melhores pontos das conversas anteriores, e resumindo-os em poucas frases, você estará pronto para lidar com os mais difíceis comentários. Novamente, pense no relógio quando estiver preparando a apresentação e tudo sairá bem.”

Dica de Sleight: “Se existir algo que faz com que você se derreta em elogios, é melhor evitar. É importante entender que uma conversa prolongada não é benéfica.”

06 - Prepare o terreno.
Separe um tempo para pesquisar sobre sua platéia. Visite seus websites, ligue para seus parceiros, leia notícias sobre suas conquistas, acesse seu sistema de CRM. Concentre-se nos seus pontos fortes e fracos e desenvolva sua argumentação levando isso em conta. Cada pessoa pede um tipo de defesa, saiba disso. No caso de projetos mais complexos, não esqueça de levar um power-point poderoso!

Pronto, agora você já está preparado para agir. Pode planejar à vontade!

Versão em inglês do artigo de Sleight: Stand and Deliver.

Versão em português: Como fazer a defesa de um projeto!

18/12/2007

Desenhos para mudar a vida e os negócios!

Ralph Perrine acredita que o desenho (de esquemas e gráficos) é indispensável para um bom planejamento e para melhorar processos colaborativos - duas coisas importantíssimas para o sucesso!
Confiram no PDF (em inglês) "desenhos que vão mudar a sua vida" alguns desses desenhos, para que eles servem e como desenhá-los! Eles ajudam a focalizar idéias, trazer clareza e efetividade ao planejamento, além de dar uma visão do todo rápida e objetiva!
São quatro desenhos ao todo, onde você vai aprender a:
  1. Fazer um balanço de vida.
  2. Obter um panorama (de 360 graus) das situações de risco ou que merecem cuidado em um projeto (de negócios ou de vida...).
  3. Elaborar um percurso crítico (passos principais) para um projeto dar certo!
  4. Definir seu "núcleo" estratégico - aprendendo a separar o que é importante do que não é.

Boa leitura!

Fonte: Change This!

07/12/2007

O desafio da retenção do conhecimento nas empresas.

Imagine o seguinte cenário. Projeto estratégico em andamento. Muito conhecimento sendo gerado, compartilhado, processado. Então, um dos principais executivos ligados ao projeto sai de cena - viaja, muda de empresa, adoece seriamente. O que fazer?
Um dos maiores desafios para a área de Gestão de Projetos é, como se vê, a evasão de informações e de conhecimento estratégico quando um colaborador deixa a casa. Como lidar com isso?
A entrevista com a doutora Blaize Horner Reich dá algumas respostas (ComputerWorld). Vale a pena conferir.
Escolhemos esse assunto porque a Quantum conta com duas soluções que, se integradas e bem gerenciadas, podem ajudar a manter o conhecimento produzido pelos colaboradores dentro da organização!
São elas: o SADIG e o HD-3. A primeira é uma solução de Business Intelligence fácil de usar e muito competitiva. A segunda é uma solução de help-desk que usa inteligência artificial e já está configurada com todas as exigências do PMI do ITIL.
Se os executivos documentarem suas atividades no HD-3, a forma como resolvem os problemas não apenas fica arquivada como pode ser recuperada através de pesquisas simples, já que o sistema utiliza uma interface de consulta inteligente (CBR).O SADIG reúne e processa todas as informações relevantes da companhia (inclusive as do HD-3) e disponibiliza-as de forma simples e acessível. Integrados, esses sistemas podem arquivar muita informação sobre os processos de trabalho da sua empresa. Mas, o mais importante, essas informações podem ser recuperadas com facilidade.
Ou seja, se um executivo importante for embora, boa parte do que ele realizou estará arquivada, podendo servir de base para o treinamento do próximo e para posteriores consultas. Quanto mais se utilizar os sistemas (especialmente o HD-3), mais conhecimento estará sendo retido na sua organização. E menos fragilizado você se sentirá quando perder um funcionário chave.

05/12/2007

Dicas de leitura!

Procurando inspiração? Dê uma conferida na lista abaixo.
A lista foi composta principalmente a partir de várias listas de "Dicas de Leitura" do Fábio Cipriani, que comanda os blogs Serendipidade e BlogCorporativo. Escolhemos os temas que têm mais a ver com os leitores do nosso blog e, claro, os que gostamos mais. Quem quiser colaborar com alguma dica, é só falar!
  1. The Encyclopedia of Business Cliches / Seth Godin / Seth preparou uma lista de clichês usados no mundo dos negócios para que os próprios leitores votem nos "piores" clichês.
  2. The Right Way to Use Web 2.0 / David E. Gumpert, da BusinessWeek / Especialista avalia a web 2.0 e maneiras de explorá-la com eficiência.
  3. Co-Creation Rules! / James Cherkoff & Johnnie Moore / Os autores nos apresentam um manifesto sobre marketing feito por duas cabeças pensantes ao invés de uma. Sempre buscando uma melhor experiência do cliente.
  4. Connecting the Dots between Innovation and Leadership / Knowledge.Wharton / Artigo sobre as ligações entre liderança e inovação.
  5. Pursuit of Luck / Tom Peters / O guru nos fala sobre como alcançar mais "sorte" em seus negócios.
  6. OPORTUNIDADES COM A WEB 2.0 / Túlio Ornelas Iannini (Presidente da ASSESPRO Minas - 2007/2008) / O autor fala sobre a WEB 2.0, suas características, recursos e desafios.
  7. Change This! / Blog para mudar sua maneira de ver os mundo dos negócios. Publica uma série de "manifestos" com insights muito interessantes e idéias inovadoras. É pura inspiração!
  8. A verdadeira identidade corporativa / Di Bella Soma Under / Fala sobre os valores corporativos que não são expressos "oficialmente", mas são "sentidos" e percebidos por todos. O blog como um todo traz artigos e idéias muito interessantes.

Boa Leitura!

30/11/2007

Novo mundo, novos valores!

Pense bem, o que significa sucesso pra você?
Antigamente, podíamos esperar que muitas pessoas respondessem a essa pergunta elencando bens materiais e posição social. Hoje, os valores parecem estar mudando. E muito. As pessoas descobriram que bens imateriais como tempo, paz de espírito e solidaridade podem fazer muito mais pela vida do que prêmios, cargos, posses e fama.
Na reportagem O que é ser bem sucedido?, publicada na Época Negócios de novembro, você confere alguns desses novos valores e algumas das pessoas que os conquistaram.
Curioso é notar que, dos 09 itens citados pela reportagem, 05 estão diretamente relacionados com o fator TEMPO. Parece haver um consenso de que mais tempo fora do escritório significa mais liberdade, mas será que é assim mesmo? Será que saberemos usar esse tempo para escapar da tirania do consumo e/ou do entretenimento fútil?
Não temos ainda essas respostas, mas o futuro dirá se essa mudança de valores, já bem perceptível, trará mudanças "reais" para a nossa sociedade. As outras 04 opções citadas pela reportagem apontam nessa direção (espiritualidade, ecologia, comunidade). O que já é muito estimulante.

28/11/2007

Planejar, Conhecer, Agir e Compartilhar - Gestão de Carreira em 4 atos

Você se preocupa com a sua carreira e acredita que está fazendo todo o possível para que ela não saia dos trilhos? Nós aqui da Quantum acreditamos que o sucesso de uma carreira depende de 4 áreas-chave, ilustradas na figura abaixo.

Cada uma das áreas depende das outras, e todas elas estão intimamente relacionadas. Por exemplo, se você não investe em atualização, não consegue superar expectativas, se não supera expectativas, não pode promover seu trabalho de forma adequada, e por aí vai. Se você não planeja, não consegue tempo para compartilhar idéias novas e feedbacks construtivos, não descobre onde errou, não ouve críticas nem espalha elogios, fica, portanto, centrado em si mesmo e na repetição do que já conhece. Se não planeja, também não consegue tempo pra se atualizar, para pesquisar novidades, para aprender coisas novas e, assim, ter o que compartilhar com o mundo.

Enfim, não é nada fácil investir em crescimento, mas os resultados são compensadores. E reais.

Na reportagem “10 pecados mortais para a carreira”, feita por Thomas Hoffman para a Computerworld americana, você vai encontrar 10 dicas muito interessantes, dadas por John M. McKee, presidente da BusinessSuccessCoach.net, empresa de treinamento e consultoria para a carreira. Os 10 pecados citados por McKee estão listados a seguir, mas vale a pena conferir a reportagem completa, para aprofundar os itens.
  1. Não ter um plano de vida.
  2. Não atualizar suas habilidades.
  3. Não entregar resultados.
  4. Confundir eficiência com eficácia.
  5. Acreditar que você é insubstituível.
  6. Conhecer todas as respostas.
  7. Cercar-se de bajuladores.
  8. Esquecer-se de dar crédito a outros.
  9. Falhar na auto-promoção.
  10. Perder a perspectiva.

Como se vê, cada um desses itens pode ser incluído em uma das 4 áreas-chave da figura, e até em mais de uma.

Aproveite para pensar se você está investindo em todas as áreas de forma equânime e se está tomando cuidado para não cometer os “pecados” da lista de McKee. Afinal, um dos passos para o crescimento e o sucesso é a auto-avaliação, que deve ser feita periodicamente.

A lista e o quadro ajudam a fazer essa auto-avaliação de forma objetiva e honesta, mas sem exageros. Se você acredita que não está fazendo nada por sua carreira, e que é o pior profissional do planeta, cuidado! Isso raramente é verdade. Talvez você esteja precisando se renovar, conhecer outras pessoas, receber feedbacks realistas.

Por outro lado, se você está certo de que não precisa mudar nada, que tudo está perfeito e caminhando direitinho em direção ao sucesso, mais cuidado ainda! Talvez você esteja superestimando seu potencial ou precisando de novos desafios.

ps> McKee também tem um blog, sobre gestão de carreira e insights pessoais, confira: Veracity.

26/11/2007

Global Innovation Exchange - Resumo III

A última palestrante do Global Innovation Exchange foi Cheryl Perkins, fundadora da InnovationEdge e ex-diretora de inovação da gigante Kimberly Clark. Na sua excelente apresentação, ela focou no que as organizações precisam fazer para abrir caminho para a inovação e observou algumas estruturas organizacionais que parecem funcionar particularmente bem: conselhos de inovação, comunidades de práticas e conselhos.
Inicialmente, Perkins explicou como os conselhos de inovação e as comunidades de trabalho prático funcionam na Hewlett-Packard. Eles têm escopos amplamente horizontais dentro da companhia, abrangendo desde múltiplas e diversas unidades de negócios a incubadoras dentro da empresa. Isso permite que os líderes de inovação espalhados por toda a HP possam compartilhar práticas, experiências e processos, além de ajudar a alinhar seu trabalho. Esse tipo de estrutura também ajuda a fazer da inovação um valor nuclear para a organização.
A Kimberly Clark, ex-empregadora de Perkins, utiliza juntas de diretores para conduzir com segurança o fluxo de novos produtos e inovações de mercado. Essas juntas são compostas pelos líderes de inovação da empresa e por experts externos, que ajudam a companhia a identificar oportunidades de negócio. Esses experts ainda ajudam a companhia a identificar áreas de risco nas tecnologias emergentes. Perkins relatou que os membros desses grupos eram todos diretores – de inovação, de marketing, financeiro, e outros. Os experts externos precisam ter de 20 a 25 anos de experiência em sua área de atuação para serem convidados a participar de uma junta.
Nessa era de mercados efêmeros, outro modelo de inovação apareceu, consolidado pela Nokia. Perkins explicou como a Nokia formou o Innovent Group, cujo objetivo é identificar companhias e tecnologias que possam ameaçar seu negócio. O objetivo é se aproximar dessas “ameaças”, ajudando-as a desenvolver seus planos de negócio e estratégias de entrada no mercado e, em alguns casos, investindo nessas start-ups ou adquirindo-as. Ao investir ou fazer-se parceira dessas empresas, a Nokia pode então observá-las de perto, evitando problemas futuros.
Perkins também falou muito sobre abrir espaço para a inovação e encorajou os ouvintes a observar de perto as redes de relacionamento e os ecosistemas onde fazem negócio – parceiros, revendedores, clientes, concorrentes e outros grupos de pessoas e companhias que estão, de uma forma ou de outra, envolvidas no seu negócio. Ela recomendou olhar além do tangível (produtos) e observar o intangível (marcas e ativos humanos) para procurar por novas oportunidades de negócio.
Há coisas que você tem, faz ou sabe que os outros querem ou valorizam. Procure por oportunidades para criar oportunidades ganha-ganha com elas. Ela acrescentou que, usualmente, formar parcerias criativas com outras organizações é capaz de mudar a cultura muito mais depressa do que muitos dos esforços internos empreendidos para firmar o compromisso da empresa com a inovação.

22/11/2007

Seminário de Recursos Humanos e TI


A ASSESPRO, em parceria como o SEBRAE Minas, realiza, no dia 29 de novembro, o I Seminário de Recursos Humanos em Tecnologia da Informação, que objetiva debater questões ligadas a capacitação e gestão de pessoas em empresas de TI, oferecendo propostas de soluções para favorecer o crescimento do mercado e das empresas.

O seminário será dividido em 2 painéis, com a participação de importantes empresas e universidades (Google, Microsoft, PUC Minas e UFMG). A participação é gratuita.

O seminário será realizado juntamente com a Rodada de Negócios OPORTUNE, que acontecerá no Actuall Hotel, localizado em frente ao Carrefour Contagem, de 28 a 30 de novembro. Veja a programação no site do evento e acompanhe as novidades aqui pelo blog da Quantum!

Programação do Seminário
13:30 - Abertura com Presidente da ASSESPRO Minas – Túlio Ornelas Iannini
13:45 - Painel I - Soluções para capacitação de Mão-de-Obra
16:00 - Painel II - Problemas e propostas de soluções para atrair e reter talentos em empresas de TI

Clique aqui para mais informações e inscrições!

20/11/2007

Como fazer apresentações de sucesso!

Confiram a excelente apresentação abaixo (em inglês), que dá ótimas dicas para que a sua apresentação em powerpoint seja um sucesso (além de gerar bons negócios, é claro)!

A dica é do excelente blog do Fábio Seixas, o Versão TXT, um blog sobre Internet, marketing e negócios que merece ser incluído na sua lista de favoritos.

Nós concordamos que fazer apresentações interessantes, objetivas e significativas podem não só causar um impacto positivo como, principalmente, podem nos ajudar a ganhar tempo, indo direto ao ponto (o coração dos ouvintes...). No entanto, para além das dicas "práticas", o que mais nos impressionou foi a orientação do autor para que houvesse mais "significado" nas apresentações de negócio.

De acordo com o autor, significado gera paixão, a paixão atrai a atenção e a atenção leva à ação!

Brilhante, não? E simples. Vale a pena conferir a apresentação toda. Por incrível que pareça, os 61 slides são lidos em um piscar de olhos!