Confira abaixo os 9 pontos em que se baseia a cultura inovadora do Google, que podem ser adotados em qualquer empresa (ou blog!). Eles foram expostos por Jim Lecinski, Diretor do Google, na Digital Signage Expo 2007.20/02/2008
Inovação e competência - lição de mestre!
Confira abaixo os 9 pontos em que se baseia a cultura inovadora do Google, que podem ser adotados em qualquer empresa (ou blog!). Eles foram expostos por Jim Lecinski, Diretor do Google, na Digital Signage Expo 2007.19/02/2008
Minas Gerais na Austrália.
A viagem é promovida pelo Escritório Comercial do Consulado da Austrália em Belo Horizonte (Austrade), a Câmara Oficial de Comércio Brasil-Austrália e a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg). A iniciativa conta com o apoio da FUMSOFT, já que o setor de TI é um dos que tem maior potencial junto ao mercado australiano.
07/02/2008
Mais dinheiro em 2008? Mais talento? Ou mais sorte?
28/01/2008
Quanto mais simples melhor! Parte V
24/01/2008
Quanto mais simples melhor! - Parte IV
22/01/2008
Quanto mais simples melhor! - Parte III
As três leis do e-mail (blog do Christian Barbosa)
18/01/2008
Quanto mais simples melhor! Parte II
Afinal, a idéia da organização é fazer as coisas parecerem menores (e melhores), não maiores... Pense nisso, divida sua bagunça em grupos de que você possa lembrar (seis talvez seja o número máximo, se não houver muitos sub-itens) e deixe o resto com sistemas de informação como o ERP e o Business Intelligence, cujo trabalho é justamente “guardar”, no caso do primeiro, e “encontrar” o que foi guardado, no caso do segundo.
Parece simples, não?! Mas o sistema de organização do seu negócio precisa ser definido antes da aquisição dos sistemas, para que o que foi organizado possa ser "mantido" por eles. Afinal, como lembra Luiza Dalmazo (do blog de Governança da ComputerWorld), "prática não é produto"!
16/01/2008
Quanto mais simples melhor! - Parte I
Maeda diz que não é fácil atingir esse ponto “ideal” entre complexidade e simplicidade, esse processo é complexo, mas é importante que ele exista, para que o produto que está sendo desenhado, o projeto que está sendo construído ou a idéia que está sendo posta em prática possam ser, no final, de fato simples. O processo para atingir a simplicidade pode até ser muito complexo, mas pode ser “resumido” nessa idéia – reduzir. Se estiver em dúvida, diz Maeda, descarte. Mas tenha cuidado com o que descartar.
Acreditamos que a primeira regra para saber “o que reduzir”, ou “o que tirar”, seja em um produto ou em um projeto, é pensar com “foco”. Por exemplo, se o foco é a usabilidade do usuário, a interface deve ser simplificada ao máximo, de acordo com as expectativas (de utilização) desse usuário. Ora, só sabemos quais são essas expectativas quando conhecemos muito o usuário. Ou seja, investindo em pesquisa e mais pesquisa. Se os seus usuários são muitos, é preciso encontrar um padrão que sirva para a maioria. Ou optar por trabalhar com pequenos nichos. Se o foco é economizar, as reduções precisarão ser no tipo de material, ou no número de funcionários envolvidos no processo. Se o foco é ter mais tempo para a família, as reduções devem ser no campo do trabalho. E por aí vai.
Resumindo, só é complexo simplificar se você não tem um objetivo definido. Se tem, é só agir de acordo com ele.
E se, como costuma acontecer na maioria dos negócios, o objetivo não for um só, mas “muitos” (é preciso economizar e atender às expectativas dos clientes, é preciso investir em qualidade e em segurança, ter mais tempo e mais trabalho, etc. - é preciso, enfim, lidar com mil e uma variáveis)?
Ora, nesses casos, a regra de Maeda continua valendo: diminua então as variáveis. Qual delas é a mais importante? Quando se fala em foco, é importante que ele seja simples, para que os passos seguintes sejam mais fáceis.
Só que, a partir daí, é preciso coerência. Se o objetivo for atender muito bem o cliente, o que fazer quando o número de clientes cresce? A resposta é simples, aumentar proporcionalmente o corpo de atendimento, mas sem perder a qualidade. Se houver precipitação ou ganância nessa hora, corre-se o risco de reduzir errado, não investindo em novas contratações e perdendo qualidade de atendimento no final. E porque isso acontece tanto? Por que as empresas crescem e ficam piores? Porque ficam mais complexas? Não, porque perdem o foco anterior (se é que ele existia).
Portanto, se o seu foco é realmente o cliente, invista nele! Invista em funcionários qualificados para o atenderem bem, invista em materiais de qualidade para o seu produto, invista em pesquisa, em novidades para surpreendê-lo, invista em relacionamento, em comunicação, em confiança (se você não estiver fazendo tudo isso, reflita: seu foco é mesmo o cliente?).
Com tudo isso, pode até ser que os resultados cheguem mais lentamente, mas certamente chegarão com mais solidez. E ficarão por muito mais tempo!
Lembre-se, a regra não é só reduzir! É reduzir com inteligência. E isso pode ser traduzido em: reduza pensando no seu objetivo!
15/01/2008
Quanto mais simples melhor!
Não é um tema novo, mas tem sido muito discutido e trabalhado no mundo contemporâneo, que anda, como todos sabemos, cada vez mais complicado e difícil de entender. A busca pela simplicidade tem virado uma espécie de obsessão moderna. A Philips, por exemplo, transformou-a em lema para seus produtos e para a organização como um todo. Aqui no Brasil, temos até uma publicação recente – Vida Simples – que vem encorajando as pessoas a tentar modificar hábitos e costumes em prol de uma existência mais tranqüila e fácil de levar.
Aqui na Quantum, essa preocupação ficou mais forte quando incluímos o SADIG na nossa cesta de soluções. Isso porque esse sistema de Business Intelligence foi todo construído em cima desse objetivo - tornar mais fácil e simples a vida das pessoas que lidavam com dados complexos o tempo todo, os executivos responsáveis pelas decisões estratégicas das empresas. Com o Sadig, os dados podem continuar complexos, mas as informações que chegam aos decisores são simples de ver, de interpretar e de entender. A simplicidade do sistema acabou contagiando as outras soluções da Quantum, e até a nossa forma de trabalhar.
Em outras palavras, buscar a simplicidade passou a ser um desafio diário, constante, permanente. Tanto nos processos internos quanto nas soluções que apresentamos aos clientes. Até o lema da empresa – Quantum: sua vida cada vez mais soft! – foi inspirado nesse ideal.
Portanto, pra começar bem o ano, decidimos refletir aqui no blog sobre as 10 leis da simplicidade propostas no livro de John Maeda, Professor do MIT e responsável pelo MIT Simplicity Consortium (Consórcio da Simplicidade), um programa de pesquisa experimental do MIT Media Lab que busca desenvolver tecnologias voltadas para designs mais simples de entender, de usar e de aproveitar.
Você pode conhecer as 10 leis aqui (blog do autor - em inglês), comprar o livro aqui, ler uma entrevista dada pelo autor aqui e ler o excelente artigo do Frederick van Amstel (do Usabilidoido) sobre o livro aqui.
14/01/2008
De volta!
Sempre é outro rio a passar.
Tudo vai recomeçar!
Mário Quintana
26/12/2007
Nunca mais esqueça nada!
21/12/2007
Como defender um Projeto!
Só que, às vezes, planejar só não adianta, é preciso defender o projeto novo, a idéia inovadora, a forma diferente de transformar o cotidiano. Porque afinal, convenhamos, se você não conseguir conquistar adeptos, é pouco provável que seu plano saia do papel!
Isso vale até para planos menos “mirabolantes”, como conseguir enxugar o orçamento ou arrumar tempo para a academia. No primeiro caso, é preciso vender a idéia para a família, para que eles também participem do “aperto” de melhor humor, focados nos ganhos futuros. No segundo, é preciso contar com a participação dos familiares, amigos e colegas de trabalho... Afinal, ninguém consegue ir correr na praça com um monte de trabalho por fazer ou com todo mundo chamando pra um chopinho.
Em resumo, se você não tiver “parceiros” que te ajudem a cumprir o plano (ou que pelo menos não atrapalhem), ele vai acabar furando. Isso vale para a vida pessoal e seus planos de vida, de carreira, de crescimento pessoal. Porquê? Porque não vivemos sozinhos.
Mas essa regra da parceria também vale, e mais ainda, para os planos e projetos do seu negócio. Todos sabemos que idéias inovadoras e planos de transformação precisam ser “comprados” por todos os envolvidos. E não estamos falando só de “diretores” não, mas principalmente dos colaboradores como um todo!
Foi pensando nisso que preparamos esse artigo. Pra ajudá-lo a “vender” o seu projeto. Pra ajudar você a convencer as pessoas de que ele é bom e merece investimento, tempo, atenção.
Ele foi inspirado nas regras do artigo de David Sleight para a A List Apart, traduzido por José Pirauá. O artigo tratava de projetos de design, mas nós adaptamos algumas regrinhas para os nossos propósitos.
Veja abaixo um conjunto de 6 idéias pra te ajudar a vender o seu projeto! E boa sorte!
O primeiro a ser convencido é você. Se você não acredita em algo ou desconfia que alguma “parte” do plano pode dar errado, mude o projeto. Deixe-o confiável e executável para a pessoa mais importante – você.
02 - Aprenda a defender seu projeto sob qualquer circunstância.
Explicar com clareza o porquê do seu projeto quando se está cara a cara com o patrão ou com um cliente que não tem tempo a perder é bem difícil. Defender suas idéias para um público que não acredita muito nelas é ainda mais. Mas é preciso conviver com isso. Nem sempre você terá ouvintes ideais. Aliás, quase nunca. Acostume-se com isso.
03 - Simplifique.
Remova tudo o que for desnecessário, até restar apenas valores reais. Uma boa apresentação de idéias é aquela que pode ser resumida em uma frase. Você consegue fazer isso?
04 - Pratique antes.
Sleight sugere que se pratique com um amigo (ou vários) antes de apresentar o projeto para os "investidores". Mostre a sua idéia e pergunte: “o que você acha?”, isso é suficiente para começar. De acordo com ele, é melhor escutar críticas “antes” do que durante a apresentação oficial – quando os principais interessados podem abandonar o seu projeto para sempre.
Dica de Sleight: “Explique suas decisões. E nunca use: “simplesmente funciona”. Chegar ao fundo dos porquês é a chave. Se você se esforçar honestamente para responder as perguntas e terminar sem palavras para respondê-las, é provável que você precise voltar ao rascunho.
05 - Seja rápido!
De acordo com Sleight, 30 segundos são mais do que suficientes para defender qualquer coisa. Use a experiência e as respostas que você deu ao seu amigo para responder mais rápido e mais convincentemente agora. Respostas rápidas, decididas e objetivas convencem mais do que mil evasivas e teorias complexas. Todos somos pessoas ocupadas, se você for rápido no gatilho, vai acertar mais alvos.
Dica de Sleight: “Usando os melhores pontos das conversas anteriores, e resumindo-os em poucas frases, você estará pronto para lidar com os mais difíceis comentários. Novamente, pense no relógio quando estiver preparando a apresentação e tudo sairá bem.”
Dica de Sleight: “Se existir algo que faz com que você se derreta em elogios, é melhor evitar. É importante entender que uma conversa prolongada não é benéfica.”
06 - Prepare o terreno.
Separe um tempo para pesquisar sobre sua platéia. Visite seus websites, ligue para seus parceiros, leia notícias sobre suas conquistas, acesse seu sistema de CRM. Concentre-se nos seus pontos fortes e fracos e desenvolva sua argumentação levando isso em conta. Cada pessoa pede um tipo de defesa, saiba disso. No caso de projetos mais complexos, não esqueça de levar um power-point poderoso!
Pronto, agora você já está preparado para agir. Pode planejar à vontade!
Versão em inglês do artigo de Sleight: Stand and Deliver.
18/12/2007
Desenhos para mudar a vida e os negócios!
- Fazer um balanço de vida.
- Obter um panorama (de 360 graus) das situações de risco ou que merecem cuidado em um projeto (de negócios ou de vida...).
- Elaborar um percurso crítico (passos principais) para um projeto dar certo!
- Definir seu "núcleo" estratégico - aprendendo a separar o que é importante do que não é.
Boa leitura!
Fonte: Change This!
07/12/2007
O desafio da retenção do conhecimento nas empresas.
05/12/2007
Dicas de leitura!
- The Encyclopedia of Business Cliches / Seth Godin / Seth preparou uma lista de clichês usados no mundo dos negócios para que os próprios leitores votem nos "piores" clichês.
- The Right Way to Use Web 2.0 / David E. Gumpert, da BusinessWeek / Especialista avalia a web 2.0 e maneiras de explorá-la com eficiência.
- Co-Creation Rules! / James Cherkoff & Johnnie Moore / Os autores nos apresentam um manifesto sobre marketing feito por duas cabeças pensantes ao invés de uma. Sempre buscando uma melhor experiência do cliente.
- Connecting the Dots between Innovation and Leadership / Knowledge.Wharton / Artigo sobre as ligações entre liderança e inovação.
- Pursuit of Luck / Tom Peters / O guru nos fala sobre como alcançar mais "sorte" em seus negócios.
- OPORTUNIDADES COM A WEB 2.0 / Túlio Ornelas Iannini (Presidente da ASSESPRO Minas - 2007/2008) / O autor fala sobre a WEB 2.0, suas características, recursos e desafios.
- Change This! / Blog para mudar sua maneira de ver os mundo dos negócios. Publica uma série de "manifestos" com insights muito interessantes e idéias inovadoras. É pura inspiração!
- A verdadeira identidade corporativa / Di Bella Soma Under / Fala sobre os valores corporativos que não são expressos "oficialmente", mas são "sentidos" e percebidos por todos. O blog como um todo traz artigos e idéias muito interessantes.
Boa Leitura!
30/11/2007
Novo mundo, novos valores!
28/11/2007
Planejar, Conhecer, Agir e Compartilhar - Gestão de Carreira em 4 atos
Cada uma das áreas depende das outras, e todas elas estão intimamente relacionadas. Por exemplo, se você não investe em atualização, não consegue superar expectativas, se não supera expectativas, não pode promover seu trabalho de forma adequada, e por aí vai. Se você não planeja, não consegue tempo para compartilhar idéias novas e feedbacks construtivos, não descobre onde errou, não ouve críticas nem espalha elogios, fica, portanto, centrado em si mesmo e na repetição do que já conhece. Se não planeja, também não consegue tempo pra se atualizar, para pesquisar novidades, para aprender coisas novas e, assim, ter o que compartilhar com o mundo.Enfim, não é nada fácil investir em crescimento, mas os resultados são compensadores. E reais.
Na reportagem “10 pecados mortais para a carreira”, feita por Thomas Hoffman para a Computerworld americana, você vai encontrar 10 dicas muito interessantes, dadas por John M. McKee, presidente da BusinessSuccessCoach.net, empresa de treinamento e consultoria para a carreira. Os 10 pecados citados por McKee estão listados a seguir, mas vale a pena conferir a reportagem completa, para aprofundar os itens.
- Não ter um plano de vida.
- Não atualizar suas habilidades.
- Não entregar resultados.
- Confundir eficiência com eficácia.
- Acreditar que você é insubstituível.
- Conhecer todas as respostas.
- Cercar-se de bajuladores.
- Esquecer-se de dar crédito a outros.
- Falhar na auto-promoção.
- Perder a perspectiva.
Como se vê, cada um desses itens pode ser incluído em uma das 4 áreas-chave da figura, e até em mais de uma.
Aproveite para pensar se você está investindo em todas as áreas de forma equânime e se está tomando cuidado para não cometer os “pecados” da lista de McKee. Afinal, um dos passos para o crescimento e o sucesso é a auto-avaliação, que deve ser feita periodicamente.
A lista e o quadro ajudam a fazer essa auto-avaliação de forma objetiva e honesta, mas sem exageros. Se você acredita que não está fazendo nada por sua carreira, e que é o pior profissional do planeta, cuidado! Isso raramente é verdade. Talvez você esteja precisando se renovar, conhecer outras pessoas, receber feedbacks realistas.
Por outro lado, se você está certo de que não precisa mudar nada, que tudo está perfeito e caminhando direitinho em direção ao sucesso, mais cuidado ainda! Talvez você esteja superestimando seu potencial ou precisando de novos desafios.
ps> McKee também tem um blog, sobre gestão de carreira e insights pessoais, confira: Veracity.
26/11/2007
Global Innovation Exchange - Resumo III
A última palestrante do Global Innovation Exchange foi Cheryl Perkins, fundadora da InnovationEdge e ex-diretora de inovação da gigante Kimberly Clark. Na sua excelente apresentação, ela focou no que as organizações precisam fazer para abrir caminho para a inovação e observou algumas estruturas organizacionais que parecem funcionar particularmente bem: conselhos de inovação, comunidades de práticas e conselhos. 22/11/2007
Seminário de Recursos Humanos e TI
A ASSESPRO, em parceria como o SEBRAE Minas, realiza, no dia 29 de novembro, o I Seminário de Recursos Humanos em Tecnologia da Informação, que objetiva debater questões ligadas a capacitação e gestão de pessoas em empresas de TI, oferecendo propostas de soluções para favorecer o crescimento do mercado e das empresas.
O seminário será dividido em 2 painéis, com a participação de importantes empresas e universidades (Google, Microsoft, PUC Minas e UFMG). A participação é gratuita.
O seminário será realizado juntamente com a Rodada de Negócios OPORTUNE, que acontecerá no Actuall Hotel, localizado em frente ao Carrefour Contagem, de 28 a 30 de novembro. Veja a programação no site do evento e acompanhe as novidades aqui pelo blog da Quantum!
Programação do Seminário
13:30 - Abertura com Presidente da ASSESPRO Minas – Túlio Ornelas Iannini
13:45 - Painel I - Soluções para capacitação de Mão-de-Obra
16:00 - Painel II - Problemas e propostas de soluções para atrair e reter talentos em empresas de TI
Clique aqui para mais informações e inscrições!
20/11/2007
Como fazer apresentações de sucesso!
A dica é do excelente blog do Fábio Seixas, o Versão TXT, um blog sobre Internet, marketing e negócios que merece ser incluído na sua lista de favoritos.
Nós concordamos que fazer apresentações interessantes, objetivas e significativas podem não só causar um impacto positivo como, principalmente, podem nos ajudar a ganhar tempo, indo direto ao ponto (o coração dos ouvintes...). No entanto, para além das dicas "práticas", o que mais nos impressionou foi a orientação do autor para que houvesse mais "significado" nas apresentações de negócio.
De acordo com o autor, significado gera paixão, a paixão atrai a atenção e a atenção leva à ação!
Brilhante, não? E simples. Vale a pena conferir a apresentação toda. Por incrível que pareça, os 61 slides são lidos em um piscar de olhos!

