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07/12/2007

O desafio da retenção do conhecimento nas empresas.

Imagine o seguinte cenário. Projeto estratégico em andamento. Muito conhecimento sendo gerado, compartilhado, processado. Então, um dos principais executivos ligados ao projeto sai de cena - viaja, muda de empresa, adoece seriamente. O que fazer?
Um dos maiores desafios para a área de Gestão de Projetos é, como se vê, a evasão de informações e de conhecimento estratégico quando um colaborador deixa a casa. Como lidar com isso?
A entrevista com a doutora Blaize Horner Reich dá algumas respostas (ComputerWorld). Vale a pena conferir.
Escolhemos esse assunto porque a Quantum conta com duas soluções que, se integradas e bem gerenciadas, podem ajudar a manter o conhecimento produzido pelos colaboradores dentro da organização!
São elas: o SADIG e o HD-3. A primeira é uma solução de Business Intelligence fácil de usar e muito competitiva. A segunda é uma solução de help-desk que usa inteligência artificial e já está configurada com todas as exigências do PMI do ITIL.
Se os executivos documentarem suas atividades no HD-3, a forma como resolvem os problemas não apenas fica arquivada como pode ser recuperada através de pesquisas simples, já que o sistema utiliza uma interface de consulta inteligente (CBR).O SADIG reúne e processa todas as informações relevantes da companhia (inclusive as do HD-3) e disponibiliza-as de forma simples e acessível. Integrados, esses sistemas podem arquivar muita informação sobre os processos de trabalho da sua empresa. Mas, o mais importante, essas informações podem ser recuperadas com facilidade.
Ou seja, se um executivo importante for embora, boa parte do que ele realizou estará arquivada, podendo servir de base para o treinamento do próximo e para posteriores consultas. Quanto mais se utilizar os sistemas (especialmente o HD-3), mais conhecimento estará sendo retido na sua organização. E menos fragilizado você se sentirá quando perder um funcionário chave.

12/11/2007

Global Innovation Exchange - Resumo I [07/11/07]



Como prometemos no último post, vamos disponibilizar aqui os resumos (traduzidos por nós e publicados pelo Innovation Weblog) do evento Global Innovation Exchange, seminário virtual sobre inovação que esteve no ar até 09 de novembro.

O primeiro resumo será o do dia 07 de novembro, quando falou Steve LaMonte, Vice Presidente de Inovação da Johnson & Johnson Healthcare Products.

De acordo com LaMonte, a estratégia da Johnson & Johnson’s com relação à inovação é agressiva. A companhia vê a inovação como uma potencialidade que precisa ser fortemente impulsionada em todas as áreas de negócio da empresa. A partir dessa idéia, um time de líderes definiu um “mapa” para ajudar a conduzir a estratégia de inovação da empresa, que inclui os seguintes pontos:
  1. Um conselho de líderes de inovação, que planeja a estratégia e ajuda a alinhar os outros líderes das inúmeras subdivisões da J&J com os objetivos de inovação da empresa.

  2. Uma comunidade de práticas, que reúne as melhores práticas inovadoras e modelos vindos de todas as áreas da companhia e permite compartilhar esse conhecimento.
  3. Treinamento em inovação, que permite que os líderes viabilizem os projetos de inovação.

  4. Objetivos e métricas de inovação, que estão desenhados para alinhar os esforços de inovação da companhia com os objetivos corporativos mais gerais.

Quando perguntado sobre o que inspirou o desenvolvimento desse mapa, LaMonte explicou que ele foi o resultado do trabalho de um grupo de líderes de inovação vindos de várias divisões da companhia, que se reuniram para compartilhar insights e planejar uma estratégia de inovação que estivesse de acordo com as necessidades da J&J.

Quando foram abordadas questões como cultura corporativa e inovação, LaMonte indicou que os líderes de inovação da J&J não têm medo de se perguntar coisas como:

  1. Que tipo de cultura nós queremos?

  2. Os meus colegas têm a permissão, os recursos e o suporte que precisam para serem inovadores?

  3. Que comportamentos e mecanismos de reforço precisam ser estimulados para que a inovação floresça?

  4. Os executivos e gestores dão suporte ativo às novas idéias e encorajam seus colegas a experimentar?

LaMonte identificou ainda um certo número de desafios que a J&J enfrentou quando ampliou seu compromisso com a inovação. Eles são comuns a muitas outras companhias:

  • Separar tempo para pensar e refletir enquanto outras prioridades do negócio estão sendo trabalhadas. Através de treinamentos, desenvolver as habilidades necessárias para que os empregados sejam capazes de reconhecer estímulos externos relevantes, trazê-los para a companhia e determinar como melhor alavancá-los para produzir valor.

  • Assegurar que os membros certos do time tenham quantidade suficiente de tempo para impulsionar a inovação. LaMonte indicou que o setor de inovação da J&J delibera muito quando vai selecionar líderes para novos projetos de inovação. Um executivo sênior que está conduzindo uma divisão multi-milionária provavelmente não é a pessoa certa para liderar a incubação de um novo produto, por exemplo. A empresa procura empregados que têm o desejo de serem líderes de inovação (ao invés de tentar forçar alguém a se adaptar a essa função), providenciando as ferramentas e treinamento necessários para o seu sucesso. Essas pessoas, então, podem se tornar evangelizadoras, ajudando a conduzir o modelo de inovação da J&J através dessa imensa e descentralizada organização.

  • Deixar as pessoas mais confortáveis diante do risco, tomando-o como um desafio. A maioria dos gerentes e executivos gasta boa parte de suas carreiras evitando o risco. Os líderes de inovação da J&J são treinados para abraçar e gerenciar o risco, através da experimentação e de modelos de “teste-e-aprenda”.

  • Finalmente, é um desafio permanente manter a força necessária para manter a inovação na escala de valores da companhia, já que ela sempre estará competindo por tempo e atenção com outros desafios do cotidiano empresarial.

Pelo visto, parece que a J&J tem empreendido o esforço necessário para desenvolver e sustentar a inovação em escala global. LaMonte enfatizou ainda que a companhia ainda tem um longo caminho pela frente, mas o caminho é claro, porque as peças certas estão nos lugares certos. E o mais importante, de acordo com ele, é que a Johnson & Johnson tem uma longa história de “amor pela mudança”, e isso trabalha em seu favor, sem dúvida.

05/10/2007

A Quantum recomenda: 7º EVENTO TÉCNICO – PMI/MG

No sétimo evento técnico do PMI em MG, o destaque será a palestra de Nelson Bernis Abdo, PMP e Gerente de Programa de Projetos Estruturadores da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Estado de Minas Gerais.
O título da palestra é A liderança como fator crítico de sucesso em projetos. A palestra versará sobre a importância da liderança, de como um gerente se impõe como líder e faz de sua equipe não apenas uma equipe de colaboradores, mas sim de seguidores. A palestra analisará ainda o filme O vôo do Fênix e sua estreita relação com o processo de gerenciamento de equipes em um projeto.
Data: 15 de outubro de 2007 – Segunda-feira
Horário: De 18:30 às 20:30
Local: Rua Tomé de Souza, nº 67, 3º andar, Funcionários.
(atrás do Corpo de Bombeiros da Avenida Afonso Pena)
Agenda:
  • 18h30 às 18h45: Lanche de Confraternização.
  • 18h45 às 19h00: Abertura.
  • 19h00 às 20h10: Palestra - A liderança como fator crítico de sucesso em projetos.
  • 20h10 às 20h30: Perguntas e Dúvidas.

Investimento:

  • Membros do PMI-MG: Gratuito
  • Membros da Sucesu-MG e PMI: R$10,00.
  • Demais profissionais: R$15,00.
  • O pagamento deverá ser efetuado no local

Inscrições:
Somente através do e-mail eventos@pmimg.org.br (informando empresa, email, telefone e PMI ID, se for membro).

Realização:
Project Management Institute – Capítulo Minas Gerais (PMI-MG)
Telefone: (31) 3280-3302

Apoio: