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07/04/2009

Fumsoft na Mídia

Confira a reportagem do Programa Emprego e Renda do dia 9 de março.

O foco da reportagem é o setor de Tecnologia e os desafios dos profissionais neste segmento, apesar da crise.

A Fumsoft foi uma das fontes ouvidas, representada pelo Welington Teixeira Santos, presidente da Fumsoft e Diretor Geral da Quantum.

06/03/2009

Novas perspectivas para o mundo dos negócios!

Vale a pena indicar o excelente artigo de Paulo Vieira de Castro - A Próxima Fronteira - publicado originalmente no HSM Management Update (nº 57), e republicado no blog Amálgama.
O artigo comenta sobre o paradigma da INTERDEPENDÊNCIA. No mundo e nos negócios, cada vez mais, é importante destacar e incentivar a percepção de que estamos todos inter-relacionados, e que a melhor relação possível é a que traz ganhos não apenas mútuos (para os diretamente envolvidos na negociação), mas coletivos.
Mais do que nunca, será preciso aprender a compartilhar, a dividir, a doar. No mundo específico dos negócios, e em época de crise, essa postura é um desafio, mas não deixa de ser instigante pensar que podemos, como diz o autor, buscar "uma nova transparência de propósitos, novos valores e um novo enfoque relacional, traduzidos na criação de comunidades de proximidade real".
Eis algumas projeções feitas por Vieira de Castro sobre o que pode vir a ocorrer no ambiente corporativo transformado pela interdependência:
  1. "Em todas as etapas de produção, desde a aquisição de matérias-primas, gestores e funcionários serão orientados a desenvolver e priorizar as “ferramentas” do afeto inclusivo, da confiança mútua, da segurança capaz de granjear a paz interior. Os elos da cadeia de fornecimento se transformarão em comunidades interdependentes".
  2. "O mesmo acontecerá em todas as etapas de comercialização e chegada ao mercado: canais de vendas e consumidores finais se converterão em comunidades".
  3. "As empresas até poderão doar um número de horas remuneradas a seus funcionários para que cultivem o relacionamento com essas novas comunidades".
  4. "O lucro continuará a existir, é claro, mas também será utilizado para recompensar o comportamento interdependente e para cuidar das comunidades".

15/01/2008

Quanto mais simples melhor!

Para recomeçar bem, resolvemos escolher um assunto que pudesse inspirar reflexões ao longo de todo o ano – a simplicidade.

Não é um tema novo, mas tem sido muito discutido e trabalhado no mundo contemporâneo, que anda, como todos sabemos, cada vez mais complicado e difícil de entender. A busca pela simplicidade tem virado uma espécie de obsessão moderna. A Philips, por exemplo, transformou-a em lema para seus produtos e para a organização como um todo. Aqui no Brasil, temos até uma publicação recente – Vida Simples – que vem encorajando as pessoas a tentar modificar hábitos e costumes em prol de uma existência mais tranqüila e fácil de levar.

Aqui na Quantum, essa preocupação ficou mais forte quando incluímos o SADIG na nossa cesta de soluções. Isso porque esse sistema de Business Intelligence foi todo construído em cima desse objetivo - tornar mais fácil e simples a vida das pessoas que lidavam com dados complexos o tempo todo, os executivos responsáveis pelas decisões estratégicas das empresas. Com o Sadig, os dados podem continuar complexos, mas as informações que chegam aos decisores são simples de ver, de interpretar e de entender. A simplicidade do sistema acabou contagiando as outras soluções da Quantum, e até a nossa forma de trabalhar.

Em outras palavras, buscar a simplicidade passou a ser um desafio diário, constante, permanente. Tanto nos processos internos quanto nas soluções que apresentamos aos clientes. Até o lema da empresa – Quantum: sua vida cada vez mais soft! – foi inspirado nesse ideal.

Portanto, pra começar bem o ano, decidimos refletir aqui no blog sobre as 10 leis da simplicidade propostas no livro de John Maeda, Professor do MIT e responsável pelo MIT Simplicity Consortium (Consórcio da Simplicidade), um programa de pesquisa experimental do MIT Media Lab que busca desenvolver tecnologias voltadas para designs mais simples de entender, de usar e de aproveitar.
O livro em si é simples, fácil de ler, mas as questões que ele coloca são muito interessantes e envolventes, levando-nos a pensar sobre o nosso cotidiano e sobre a maneira como fazemos nossos produtos e negócios e como conduzimos nossas relações. Por tudo isso, vamos discuti-lo aqui.

Você pode conhecer as 10 leis aqui (blog do autor - em inglês), comprar o livro aqui, ler uma entrevista dada pelo autor aqui e ler o excelente artigo do Frederick van Amstel (do Usabilidoido) sobre o livro aqui.
Aguarde os artigos sobre esse tema aqui no blog e compartilhe o que você pensa sobre o assunto!

30/11/2007

Novo mundo, novos valores!

Pense bem, o que significa sucesso pra você?
Antigamente, podíamos esperar que muitas pessoas respondessem a essa pergunta elencando bens materiais e posição social. Hoje, os valores parecem estar mudando. E muito. As pessoas descobriram que bens imateriais como tempo, paz de espírito e solidaridade podem fazer muito mais pela vida do que prêmios, cargos, posses e fama.
Na reportagem O que é ser bem sucedido?, publicada na Época Negócios de novembro, você confere alguns desses novos valores e algumas das pessoas que os conquistaram.
Curioso é notar que, dos 09 itens citados pela reportagem, 05 estão diretamente relacionados com o fator TEMPO. Parece haver um consenso de que mais tempo fora do escritório significa mais liberdade, mas será que é assim mesmo? Será que saberemos usar esse tempo para escapar da tirania do consumo e/ou do entretenimento fútil?
Não temos ainda essas respostas, mas o futuro dirá se essa mudança de valores, já bem perceptível, trará mudanças "reais" para a nossa sociedade. As outras 04 opções citadas pela reportagem apontam nessa direção (espiritualidade, ecologia, comunidade). O que já é muito estimulante.

28/11/2007

Planejar, Conhecer, Agir e Compartilhar - Gestão de Carreira em 4 atos

Você se preocupa com a sua carreira e acredita que está fazendo todo o possível para que ela não saia dos trilhos? Nós aqui da Quantum acreditamos que o sucesso de uma carreira depende de 4 áreas-chave, ilustradas na figura abaixo.

Cada uma das áreas depende das outras, e todas elas estão intimamente relacionadas. Por exemplo, se você não investe em atualização, não consegue superar expectativas, se não supera expectativas, não pode promover seu trabalho de forma adequada, e por aí vai. Se você não planeja, não consegue tempo para compartilhar idéias novas e feedbacks construtivos, não descobre onde errou, não ouve críticas nem espalha elogios, fica, portanto, centrado em si mesmo e na repetição do que já conhece. Se não planeja, também não consegue tempo pra se atualizar, para pesquisar novidades, para aprender coisas novas e, assim, ter o que compartilhar com o mundo.

Enfim, não é nada fácil investir em crescimento, mas os resultados são compensadores. E reais.

Na reportagem “10 pecados mortais para a carreira”, feita por Thomas Hoffman para a Computerworld americana, você vai encontrar 10 dicas muito interessantes, dadas por John M. McKee, presidente da BusinessSuccessCoach.net, empresa de treinamento e consultoria para a carreira. Os 10 pecados citados por McKee estão listados a seguir, mas vale a pena conferir a reportagem completa, para aprofundar os itens.
  1. Não ter um plano de vida.
  2. Não atualizar suas habilidades.
  3. Não entregar resultados.
  4. Confundir eficiência com eficácia.
  5. Acreditar que você é insubstituível.
  6. Conhecer todas as respostas.
  7. Cercar-se de bajuladores.
  8. Esquecer-se de dar crédito a outros.
  9. Falhar na auto-promoção.
  10. Perder a perspectiva.

Como se vê, cada um desses itens pode ser incluído em uma das 4 áreas-chave da figura, e até em mais de uma.

Aproveite para pensar se você está investindo em todas as áreas de forma equânime e se está tomando cuidado para não cometer os “pecados” da lista de McKee. Afinal, um dos passos para o crescimento e o sucesso é a auto-avaliação, que deve ser feita periodicamente.

A lista e o quadro ajudam a fazer essa auto-avaliação de forma objetiva e honesta, mas sem exageros. Se você acredita que não está fazendo nada por sua carreira, e que é o pior profissional do planeta, cuidado! Isso raramente é verdade. Talvez você esteja precisando se renovar, conhecer outras pessoas, receber feedbacks realistas.

Por outro lado, se você está certo de que não precisa mudar nada, que tudo está perfeito e caminhando direitinho em direção ao sucesso, mais cuidado ainda! Talvez você esteja superestimando seu potencial ou precisando de novos desafios.

ps> McKee também tem um blog, sobre gestão de carreira e insights pessoais, confira: Veracity.

08/11/2007

Seminário Virtual - Global Innovation Exchange

Hoje é o primeiro dia do seminário virtual Global Innovation Exchange 2007, uma conferência on-line sobre inovação, que estará no ar até dia 09 de novembro.
De acordo com o site do evento virtual, o Global Innovation Exchange busca compartilhar e difundir insights, estratégias e práticas inovadoras ao redor do mundo. Como é 100% virtual, tem o valor de uma conferência presencial, mas em um formato altamente inovador, que permite ganhar tempo e dinheiro.
Se você quiser participar, ainda dá tempo. Clique aqui para se inscrever, participar dos eventos restantes e receber os arquivos por 60 dias. O preço total é de 200 dólares (+ - 400,00 reais).
O palestrante de hoje, por exemplo, foi Steve LaMonte, Vice-Presidente de Inovação da Johnson & Johnson Healthcare Products. Sua conferência foi sobre como gerenciar globalmente a inovação em uma corporação gigantesca e descentralizada como a dele.
Se você não dispõe desse montante, pode acessar o blog Inovattion WebLog, que vai, nos próximos dias, publicar resumos das conferências, destacando os principais pontos, dicas e insights dos convidados (em inglês). O blog da Quantum também irá resumir e traduzir algumas idéias a partir desse blog, aguarde os próximos posts.
Participe, essa é uma ótima maneira de obter conhecimento, sem gastar muito e sem ter que se deslocar. Claro que esse tipo de evento não permite ampliar o networking (uma das principais vantagens dos eventos presenciais), mas sem dúvida pode ser muito enriquecedor.
Tomara que essa onda pegue por aqui!

11/10/2007

Soluções Mágicas, Respostas Prontas - Mitos que Impedem o Crescimento dos Negócios... E do Brasil!

Marcelo Coppola, editor-executivo de Época NEGÓCIOS, discutiu no seu blog Inovação um assunto muito interessante - o perigo dos mitos no mundo dos negócios.
No post em questão, ele fala sobre o livro de Jeffrey Pfeffer e Robert Sutton, A Verdade dos Fatos (Editora Campus/Elsevier), lançado há pouco no Brasil. O livro alerta contra as receitas fáceis dos autores de best-sellers e defende um “gerenciamento baseado em evidências”, no qual os fatos interessam mais do que as soluções mágicas.
Coppola mostra ainda - através de um quadro retirado do livro - como as "verdades" oferecidas pelos best-sellers de negócios são muito variadas e, muitas vezes, opostas entre si.
Esse assunto nos interessa porque evidencia um problema muito grave da nossa cultura, principalmente no caso do Brasil: o desejo por respostas fáceis e fórmulas mágicas para resolver problemas complexos.
Ora, amadurecer implica, necessariamente, em aprender a lidar com problemas complexos, com múltiplas variáveis, e a reconhecer que eles não podem ser resolvidos num piscar de olhos ou num passe de mágica (como acreditam as crianças), mas sim com muito esforço, dedicação, planejamento e, principalmente, energia.
Não queremos dizer aqui que as idéias desses pensadores não sejam razoáveis ou que não possam ser aplicadas. Importante é desenvolver o espírito crítico e procurar avaliar se aquela idéia ou plano pode ser aplicado ao seu problema, tentando imaginar que espécies de soluções ela pode trazer. O mais provável é que ela resolva partes do problema, ou que possa gerar insights que ajudem a encontrar outras soluções. Mas, se as mangas não forem arregaçadas para tirar essas idéias do papel, nada acontecerá.
Em outras palavras, a leitura dos best-sellers, sejam eles de negócios ou não, deve vir acompanhada de maturidade, reconhecendo que ali não está uma solução fácil, mas uma idéia que" pode" ajudá-lo a resolver alguns gargalos, a ter outras idéias, a desenvolver outras capacidades, a trabalhar de outras formas.
E de novo: FÓRMULAS MÁGICAS NÃO EXISTEM! Os que esperam por elas, ou ainda não cresceram, ou compartilham do desejo (comum no Brasil) de vencer com pouco esforço. E são justamente as ações orientadas por esse "desejo" que atrapalham muitos negócios, que jogam areia nas negociações, que impedem relações maduras, baseadas na confiança, no compartilhamento de problemas, na construção de um país melhor para todos.
Essa idéia está afinada com a que está exposta por Clemente Nóbrega na magífica reportagem da Época NEGÓCIOS desse mês - Por que o Brasil é ruim de inovação?
Para Nóbrega, não inovamos por muitos motivos, mas o principal deles é a falta de confiança (geral) que permeia as relações na nossa sociedade.
Ele afirma, por exemplo, que o tripé "reciprocidade- justiça-confiança é o eixo central em qualquer comunidade inovadora. A percepção de que “as coisas são injustas por aqui” corrói e trava tudo".
Resta-nos, no entanto, uma alternativa - parar de procurar respostas fáceis e trabalhar arduamente para fazer com que a ética, o compromisso e o respeito estejam presentes em todos, repetimos, TODOS os campos da nossa sociedade, inclusive, claro, no mundo dos negócios.

16/08/2007

O futuro do software

O site The Future of Software está publicando artigos muito interessantes sobre o futuro dos softwares. Vale a pena ir lá conferir.
O primeiro artigo do site - escrito pela escritora Anne Truitt Zelenka, que também é editora do Web Worker Daily - está resumido e livremente traduzido neste post, que também vai servir como um guia para nós, da Quantum, continuarmos procurando construir soluções que estejam em completa sintonia com as demandas dos usuários, hoje e sempre.
Boa Leitura!
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7 Adjetivos para o Software do Futuro
7 Cs of Software

Colaborativo, sem deixar de privilegiar o individual. O melhor software do futuro vai reunir o trabalho e os objetivos de muitas pessoas sem subordinar o conhecimento e a experiência de cada pessoa ao domínio do grupo, como normalmente acontece. Um bom exemplo são os blogs, que permitem trocar experiências de acordo com perspectivas individuais e taxonomias, sem forçar a discussão, como acontece em sites comunitários e fóruns. A colaboração é vista como uma chave para o futuro do software, e é, mas apenas quando não for feita às custas da identidade, conhecimento e experiências individuais.

Conectado à rede de pessoas e informações. O exemplo óbvio são as aplicações browser-based, como o Google Office, ou as redes sociais como o del.icio.us, mas outras categorias importantes são as aplicações conectadas, como iTunes e agregadores de mensagens instantâneas.
Cibernético, reunindo inteligência computacional e humana. Integrando a forma de pensar e julgar do ser humano com os métodos avançados de cruzamento de dados, algoritmos e hierarquização dos computadores. Bons exemplos são os filtros de spam e o Google Search.
Coletivo, composto por muitos, não apenas pensado por uma elite de programadores. As pessoas normalmente conhecidas como usuários podem agora construir seus próprios websites e aplicações web, usando livremente plataformas disponíveis, como o sistema de blogging da WordPress, o serviço de banco de dados da Web 2.0, DabbleDB, e muitos outros.
Coreografado. Os workflows do software do futuro são pensados para tornar o usuário mais produtivo e efetivo. Por enquanto, nós mesmos coreografamos as rotinas de trabalho, usando tabelas, agendas, sistemas de organização pessoal e e-mails, sistema de lembretes por SMS ou bookmarking, entre outros. A integração entre eles nem sempre é simples, e temos que criar os links ou redigitar as informações. Mas não será assim sempre. Os sistemas de workflow do futuro poderão nos “carregar” por nossos projetos e marcar o que é importante fazer, encontrando itens com grande potencial de interesse e fazendo o trabalho de “transportar” as tarefas e informações através dos vários aplicativos usados.
Inteligente, conhecedor do que você quer ou do que quer dizer. Máquinas de pesquisa semântica querem fazer um melhor trabalho de compreensão do que você quer dizer quando digita algumas palavras-chave, no lugar de apenas aplicar cegamente algoritmos a essas palavras, não se importando com o significado. Google oferece pesquisa personalizada que tenta oferecer melhores resultados baseados no que você procurou no passado. E esforços de pesquisa são a base para que sistemas de e-mail saibam sobre o que você está falando, para que possam automaticamente reunir e-mails por tópicos ou prioridade.
Livre e Licenciado,
ao mesmo tempo. MAC OS X é baseado no Unix, mas é oferecido como um tradicional sistema operacional licenciado. Google usa algoritmos proprietários para oferecer serviços gratuitos.