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13/05/2009

Conferência & Exposição HDI Brasil


A Quantum vai participar, nos próximos dias 14 e 15 de maio, da segunda edição da Conferência & Exposição HDI Brasil, o único grande evento no país focado exclusivamente na área de suporte a TI.
Os congressistas presentes terão a oportunidade de assistir a apresentação de 04 Keynote Speakers internacionais e dezenas de break-out sessions, além de cocktails, atrações nos estandes e networking.
De acordo com Luiz Couto, diretor de operações do HDI no Brasil, "serão dois dias de extrema importância para a indústria. Os profissionais de Help-Desk / Service Desk estrão mais uma vez reunidos para trocar experiências e principalmente aprender, compartilhar!"
O evento acontecerá no WTC Hotel, em São Paulo, um dos melhores hotéis para eventos do Brasil.
Para quem não sabe, o HDI é uma entidade neutra e independente, que tem como objetivo reunir as necessidades dos profissionais do mercado de serviços de suporte e trabalha para criar padrões reconhecidos em todo o mundo.
Para a Quantum, juntamente com nossa parceira, a Tree Tools, será uma honra participar. Paulo Cougo, diretor da Tree Tools, dará uma palestra sobre como Alinhar as Metas do Centro de Suporte, da TI e do Negócio.
Clientes Quantum / Tree Tools têm 20% de desconto na inscrição!

01/07/2008

Depoimento sobre o 3o. Encontro Mensal do Grupo de Usuários HD-3


Quando Willian Diniz e Souza, do Sebrae-MG, participou do 1o. Encontro do Grupo de Usuários HD-3 e do primeiro módulo do Curso de ITIL, ele ficou tão animado com o assunto que decidiu ampliar seus conhecimentos ainda mais, e acabou fazendo um Curso de Certificação ITIL com o IT Partners, em São Paulo, que durou 2 dias e meio.
De acordo com ele, foi o Encontro Mensal do HD-3 que despertou seu interesse em buscar a certificação: "O ITIL é um tema complexo, quanto mais aprendemos, mais queremos nos aprofundar".
O Curso ITIL promovido pela Quantum - Tree Tools, de acordo com ele, está sendo "muito interessante e proveitoso, as apostilas em português tratam do tema somente em português, não misturam o idioma com o inglês". Além disso, ele diz, "os temas do Encontro estão super alinhados com os do Curso, mostrando que a ferramenta (HD-3) tem um potencial incrível!".
Willian nos contou que o Sebrae ainda não está utilizando o HD-3, apesar de já tê-lo implantado, porque precisa ainda concluir o inventário de HW e SW da empresa, mas em breve ele estará em funcionamento. "Já percebemos que o HD-3 vai nos ajudar muito, porque nosso atendimento aos clientes internos (todos os Sebrae de MG) está muito desorganizado. Não sabemos nem quantos atendimentos fazemos por mês, nem quanto tempo levamos com cada um. Não há nenhum registro das chamadas. O HD-3 vai nos ajudar a organizar nosso Help Desk e educar os nossos colaboradores."
Willian participou de todos os módulos e está ansioso para implantar tudo o que aprendeu no Sebrae. Sem dúvida, assim que o sistema estiver instalado, ele poderá começar a aplicar os conceitos do ITIL em sua empresa, e a qualidade de atendimento vai superar as expectativas.

07/05/2008

Quantum Patrocina Evento de Help Desk!


A Quantum vai patrocinar, junto com a Tree Tools, nossa parceira, a Conferência & Expo Internacional HDI Brasil 2008.
O evento acontece nos dias 19 e 20 de Maio, no WTC Hotel São Paulo.
O Help Desk Institute, fundado em 1989 por Ron Muns, é uma entidade neutra e independente que tem por objetivo reunir as necessidades dos profissionais do mercado de serviços de suporte, trabalhando para criar padrões reconhecidos em todo o mundo.
A instituição oferece programas de treinamento e certificação de profissionais e centros de suporte, provendo acesso a diversos recursos e informações específicas sobre tecnologias, ferramentas e tendências de mercado.
O HDI Brasil acontece desde 2004. Vale a pena participar e visitar a Tree Tools, no estande 25 do Expo Hall.
Os convidados Quantum & TreeTools terão 22% de desconto nas palestras. Entre em contato conosco e agende sua inscrição.
Esse ano, haverá KEYNOTES de Ron Muns, Fundador do HDI Internacional; Laveta Gibbs, Diretora de telefonia IP da Cisco Systems; Greg Oxton, Diretor Executivo do CSI – Consortium for Service Innovation e Malcom Fry, Independent Strategic Advisor to Computer Associates. Além disso, muitas palestras interessantes tornarão o evento imperdível.
Links:


18/04/2008

Fotos do I Encontro do Grupo de Usuários HD-3 de 2008

Equipe do Evento
Apresentação - Welington Santos, Diretor Quantum
Curso de ITIL - Paulo Cougo, Diretor Tree Tools
Curso de ITIL
Apresentação de Novidades da nova versão
Grupo de Usuários HD-3
Welington Santos - Diretor Quantum

07/12/2007

O desafio da retenção do conhecimento nas empresas.

Imagine o seguinte cenário. Projeto estratégico em andamento. Muito conhecimento sendo gerado, compartilhado, processado. Então, um dos principais executivos ligados ao projeto sai de cena - viaja, muda de empresa, adoece seriamente. O que fazer?
Um dos maiores desafios para a área de Gestão de Projetos é, como se vê, a evasão de informações e de conhecimento estratégico quando um colaborador deixa a casa. Como lidar com isso?
A entrevista com a doutora Blaize Horner Reich dá algumas respostas (ComputerWorld). Vale a pena conferir.
Escolhemos esse assunto porque a Quantum conta com duas soluções que, se integradas e bem gerenciadas, podem ajudar a manter o conhecimento produzido pelos colaboradores dentro da organização!
São elas: o SADIG e o HD-3. A primeira é uma solução de Business Intelligence fácil de usar e muito competitiva. A segunda é uma solução de help-desk que usa inteligência artificial e já está configurada com todas as exigências do PMI do ITIL.
Se os executivos documentarem suas atividades no HD-3, a forma como resolvem os problemas não apenas fica arquivada como pode ser recuperada através de pesquisas simples, já que o sistema utiliza uma interface de consulta inteligente (CBR).O SADIG reúne e processa todas as informações relevantes da companhia (inclusive as do HD-3) e disponibiliza-as de forma simples e acessível. Integrados, esses sistemas podem arquivar muita informação sobre os processos de trabalho da sua empresa. Mas, o mais importante, essas informações podem ser recuperadas com facilidade.
Ou seja, se um executivo importante for embora, boa parte do que ele realizou estará arquivada, podendo servir de base para o treinamento do próximo e para posteriores consultas. Quanto mais se utilizar os sistemas (especialmente o HD-3), mais conhecimento estará sendo retido na sua organização. E menos fragilizado você se sentirá quando perder um funcionário chave.

26/09/2007

Você conhece o seu negócio? Princípios de Gestão do Conhecimento


By Edilberto F. Leão
Gerente Comercial Quantum

Como a sua empresa produz conhecimento? Como esse conhecimento é disseminado, compartilhado, usado, compreendido?
Existem formas de identificar se esse conhecimento e estratégico para a empresa? E se for, existem maneiras de validá-lo, de protegê-lo, de transmiti-lo?
Se você não soube responder a algumas ou a todas as perguntas acima, provavelmente é porque sua empresa não trabalha com o conceito de gestão do conhecimento. Se esse for o caso, cuidado. Investir em Gestão do Conhecimento pode ser algo bastante estratégico e, a longo prazo, imprescindível para o crescimento do seu negócio.
Mas o que é, o que significa exatamente Gestão do Conhecimento? Para entendermos melhor, podemos começar avaliando o que é conhecimento.
Se você tem uma informação, mas não sabe o que fazer com ela, você não tem conhecimento. Se você tem uma informação e sabe o que ela significa, sabe que impactos ela pode causar e o que deve fazer para controlar, evitar ou ampliar esses impactos, você tem conhecimento.
Ou seja, só obter informações não é suficiente. A informação deve ser utilizada para embasar ações planejadas e tomadas de decisões. Se você sabe como um determinado meio (sua empresa, por exemplo) reage a determinadas informações (alta de juros, por exemplo), você pode antever as mudanças e se posicionar de forma a obter vantagens e ser bem sucedido em seus objetivos.
É claro que, dentro de toda empresa, circula uma quantidade imensa de informações, e de conhecimento. A cada instante, algum colaborador toma decisões baseado em sua experiência, em sua visão de mundo, em seu conhecimento adquirido. Como fazer com que essas decisões sejam as melhores possíveis, como garantir que elas compartilhem do objetivo maior da empresa (ou seja, crescer)? Esse é o objetivo principal da Gestão do Conhecimento. Mas há outros:
  1. Tornar acessíveis grandes quantidades de informação corporativa, compartilhando as melhores práticas e tecnologias;

  2. Permitir a identificação e mapeamento dos ativos de conhecimento e informações ligados a qualquer organização, seja ela com ou sem fins lucrativos (Memória Organizacional);

  3. Apoiar a geração de novos conhecimentos, propiciando o estabelecimento de vantagens competitivas.

  4. Dar vida aos dados tornando-os utilizáveis e úteis transformando-os em informação essencial ao nosso desenvolvimento pessoal e comunitário.

  5. Organizar e acrescentar lógica aos dados, de forma a torná-los compreensíveis.
Para que tudo isso aconteça, portanto, são necessárias práticas de gestão coordenadas em prol desses objetivos. O conjunto dessas práticas é o que chamamos de Gestão do Conhecimento. Resumidamente, podemos dizer que a Gestão do Conhecimento é um processo sistemático, articulado e intencional, apoiado na geração, codificação, disseminação e apropriação de conhecimentos, com o propósito de atingir a excelência organizacional.
Como esse processo é complexo, dinâmico e permanente, a utilização de ferramentas de apoio, como o HD-3, por exemplo, é essencial para o sucesso da empreitada. No entanto, não adianta só adquirir o software e esperar que os resultados apareçam, como em outros projetos organizacionais, é preciso que toda a empresa compre a idéia, modifique seus paradigmas, invista nesse que é um dos mais seguros caminhos para o crescimento: o auto-conhecimento.
Sim, porque gestão do conhecimento significa principalmente isso, auto-conhecimento. Se sua empresa não se conhece o suficiente, como pode crescer? Fica a pergunta.
Em breve retomaremos esse tema, discutindo as principais "etapas" de um projeto de gestão do conhecimento. Aguarde.

30/08/2007

Atendendo aos clientes de forma inteligente

Atender o cliente envolve muito mais coisas do que (infelizmente) pensam os empresários (ou grande parte deles), principalmente no Brasil.
É claro que usar ferramentas de Help Desk e Gestão do Conhecimento como as disponibilizadas pela Quantum (estamos falando do HD-3, claro) pode ajudar muito, mas não é suficiente. E porquê? Porque não basta medir, nem controlar, nem gerenciar, se não houver "vontade de atender". Por vontade de atender nós entendemos que a empresa deve "atender com atenção". Ou seja, não se trata de usar as ferramentas para medir o tempo de atendimento e passar a atender no menor tempo possível, mas descobrir o problema do cliente e atendê-lo da melhor forma possível.
Isso significa que deve haver, sim, gerentes monitorando os dados disponibilizados por essas ferramentas, transformando esses dados em informações (que cliente liga mais, quais são os problemas mais comuns, etc.) e tomando iniciativas para que essas informações virem melhorias (realizar treinamentos nos clientes que ligam muito, incluir os problemas mais frequentes na seção de perguntas e respostas do site, etc.). No entanto, é imprescindível que haja, também, treinamento para os funcionários que atendem no SAC, ou no 0800. E treinamento para que eles atendam com mais gentileza, com mais preocupação, com mais integridade; e não mais rapidamente (ou mais demoradamente, como é comum em pedidos de cancelamento e afins).
No seu post de hoje, sobre como pensar o SAC como uma ferramenta de marketing, além de comentar algumas técnicas de atendimento excepcionais, Fábio Seixas afirma que "empreendedores atenciosos têm uma chance de se destacar da maioria". Nós não só concordamos como ele como ousamos afirmar que empreendedores atenciosos têm MUITA chance de se destacar, principalmente no caso do nosso país, onde 10 entre 10 pessoas podem concordar que ligar para centrais de atendimento é o mais perto que se pode chegar de uma sessão de tortura. Sejamos atenciosos, então.
Se no post de ontem refletimos sobre como é importante saber o que o cliente REALMENTE quer quando precisa de um software, é porque entendemos que essa preocupação deve se estender a todos os níveis da organização. No caso do SAC, devemos sempre ter em mente o que o cliente REALMENTE quer quando tem um problema. Ora, sabemos a resposta, não sabemos?
O cliente quer SOLUÇÃO!